segunda-feira, 26 de julho de 2010

Poeminha besta



Admirou a geogarfia de cada folha caída morta na calçada e com o cabelo solto ao vento, seguiu desprevenida. Cantarolava com assovios uma musiquinha qualquer apaixonada. Encontrou belas rosas no caminho e guardou uma no bolso.

Roupas coloridas e esmalte vermelho não fazem parte do seu estilo. Ela prefere um preto básico que orne com seu óculos culto. Ela flui com as cores do arco íris e ama algodão doce violeta.

Adora pintar na parede do seu quarto e gosta da madrugada. Coleciona pedrinhas e palavras. Coleciona beijos e apaixonadas.

Brinca de beijar o céu e abraçar a lua e detesta tempestade.
Vive de paixões curtas, teatro, livros e lugares vazios.

Vive de melhores filmes em cartaz e não respira sem amizade. Desabafa surtos, pensamentos e sentimentos em um blog de fundo preto.

Desabafa dores no braço do violão, mas isso ninguém sabe.

Um antigo amor vive no seu futuro sem corpo presente. Esse amor é amigo. Intenso. Estranho. Preciso. Medroso. Queremos beijos e afagos. Queremos dividir o sofá apertado. Queremos quereres sem fim e "eu te amo" no plural.







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